10% da população de países desenvolvidos são PDF;
12% a 15% da população de países em desenvolvimento são PDF;
2% apenas tem um atendimento especializado, para os países em desenvolvimento, contra 90% dos países desenvolvidos (Ministério da Saúde 1995).
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
CAUSAS
PARALISIA CEREBRAL;
HEMIPLEGIAS;
LESÃO MEDULAR;
AMPUTAÇÕES;
MAL FORMAÇÃO CONGÊNITAS;
ARTROPATIAS;
HEMIPLEGIAS;
LESÃO MEDULAR;
AMPUTAÇÕES;
MAL FORMAÇÃO CONGÊNITAS;
ARTROPATIAS;
FATORES DE RISCO
¢Violência urbana;
¢Acidentes desportivos;
¢Acidentes de trabalho;
¢Tabagismo;
¢Maus hábitos alimentares;
¢Uso de drogas;
¢Sedentarismo;
¢Epidemias/endemias;
¢Agentes tóxicos;
Falta de saneamento básico
EXAMES PARA DIAGNÓSTICO
¢Barositometria (Lesão Medulares);
¢Avaliações complementares por especialidades;
¢Avaliação isocinética;
¢ Eletroneuromiografia;
¢Potencial Evocado;
¢Urodinâmica;
¢Ergoespirométria;
¢Baropodometria;
¢Avaliação Clínica Fisiátrica;
¢Teste de Propriocepção-reactor;
¢Avaliação Complementar por Equipe Multiprofissional;
¢Laboratório de Analises Tridimensional do Movimento;
¢Teste Neonatal;
¢Teste Ocular;
¢Teste Auditivo.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
TEXTO 1-Disciplina: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE PORTADOR DE DEFICIÊNCIA

Deficiência é o termo usado para definir a ausência ou a disfunção de uma estrutura psíquica, fisiológica ou anatômica. Diz respeito à biologia da pessoa. Este conceito foi definido pela Organização Mundial de Saúde. A expressão pessoa com deficiência pode ser aplicada referindo-se a qualquer pessoa que possua uma deficiência. Contudo, há que se observar que em contextos legais ela é utilizada de uma forma mais restrita e refere-se a pessoas que estão sob o amparo de uma determinada legislação.
O termo deficiente para denominar pessoas com deficiência tem sido considerado por algumas ONGs e cientistas sociais inadequado, pois o termo leva consigo uma carga negativa depreciativa da pessoa, fato que foi ao longo dos anos se tornando cada vez mais rejeitado pelos especialistas da área e em especial pelos próprios portadores. Muitos, entretanto, consideram que essa tendência politicamente correta tende a levar os portadores a uma negação de sua própria situação e a sociedade ao não respeito da diferença. Atualmente a palavra é considerada como inapropriada, e pode promover segundo muitos estudiosos, o preconceito em detrimento do respeito ao valor integral da pessoa.
A ENFERMAGEM NA ASSISTENCIA AO PORTADOR DE DEFICIENCIA
O processo de globalização da informação provocou rupturas no universo das práticas sociais exigindo, das instituições e dos atores sociais, um repensar, um refazer e uma reestruturação das formas de produção do conhecimento. Os cursos de enfermagem, colocando-se na vanguarda desse movimento, vêm modificando a sua prática, tentando ajustar o seu projeto pedagógico às necessidades emergentes no contexto sócio-histórico. Essas formações discursivas nos chamaram a atenção para as questões relativas ao envolvimento do enfermeiro no processo de integração social das pessoas portadoras de deficiência.
Essa disciplina enfoca o cuidado aos PPD e destacam a atuação do enfermeiro na fase aguda dos processos mórbidos que desencadeiam as limitações de ordem física, sensitiva ou mental. Mencionando assim a assistência que lhes deve ser prestada durante a fase de hospitalização e na saúde primária, mostram acerca de ações de saúde voltadas para a sua integração social. A nossa grade curricular do curso de enfermagem oferece conteúdos que contemplem o processo de integração dessa clientela?
http://wwweduardopireseafitoterapia.blogspot.com/ ou ENFERMEIRO EDUARDO PIRES NO GOOGLE
O termo deficiente para denominar pessoas com deficiência tem sido considerado por algumas ONGs e cientistas sociais inadequado, pois o termo leva consigo uma carga negativa depreciativa da pessoa, fato que foi ao longo dos anos se tornando cada vez mais rejeitado pelos especialistas da área e em especial pelos próprios portadores. Muitos, entretanto, consideram que essa tendência politicamente correta tende a levar os portadores a uma negação de sua própria situação e a sociedade ao não respeito da diferença. Atualmente a palavra é considerada como inapropriada, e pode promover segundo muitos estudiosos, o preconceito em detrimento do respeito ao valor integral da pessoa.
A ENFERMAGEM NA ASSISTENCIA AO PORTADOR DE DEFICIENCIA
O processo de globalização da informação provocou rupturas no universo das práticas sociais exigindo, das instituições e dos atores sociais, um repensar, um refazer e uma reestruturação das formas de produção do conhecimento. Os cursos de enfermagem, colocando-se na vanguarda desse movimento, vêm modificando a sua prática, tentando ajustar o seu projeto pedagógico às necessidades emergentes no contexto sócio-histórico. Essas formações discursivas nos chamaram a atenção para as questões relativas ao envolvimento do enfermeiro no processo de integração social das pessoas portadoras de deficiência.
Essa disciplina enfoca o cuidado aos PPD e destacam a atuação do enfermeiro na fase aguda dos processos mórbidos que desencadeiam as limitações de ordem física, sensitiva ou mental. Mencionando assim a assistência que lhes deve ser prestada durante a fase de hospitalização e na saúde primária, mostram acerca de ações de saúde voltadas para a sua integração social. A nossa grade curricular do curso de enfermagem oferece conteúdos que contemplem o processo de integração dessa clientela?
http://wwweduardopireseafitoterapia.blogspot.com/ ou ENFERMEIRO EDUARDO PIRES NO GOOGLE
terça-feira, 8 de junho de 2010
TEXTO 7 .................................................

O ABC da Vida
Nos dias de hoje, mais e mais pessoas buscam o contato com a natureza e isto fez com que o número de praticantes de caminhada e escalada aumentasse drasticamente. Por conseqüencia, essas pessoas se expõem a riscos e, mais cedo ou mais tarde, irão enfrentar situações em que o conhecimento de Primeiros Socorros se fará necessário.
O objetivo deste texto não é substituir treinamento adequado por pessoas qualificadas e sim colocar o leitor em contato com alguns procedimentos e técnicas que, em um grande número de situações, pode manter a vítima viva, até que possa ser removida ou até a chegada de socorro médico. Mas, lembre-se: O treinamento é imprescindível, uma vez que os conceitos aqui apresentados ou em qualquer outro livro ou revista sobre o assunto, podem ser interpretados de forma errônea, levando a eventos indesejáveis.
Um alegre dia de escalada, pode se tornar, de um minuto para o outro, um terrível pesadelo. Basta um descuido, um nó mal feito e pronto: temos um acidente. Em muitos casos, eles parecem muito piores do que realmente são. Mas podemos nos deparar com coisas mais graves, como ossos quebrados, hemorragias e lesões na espinha.
Peça socorro - Você, como a pessoa que vai prestar os Primeiros Socorros, deve permanecer calmo e atento para que a situação não se agrave mais. Antes de tudo, peça socorro. Mas não se desespere. Se possível, mande alguém buscar ajuda e concentre-se no que vai fazer. Antes de se aproximar da vítima, veja o que causou o acidente. Verifique se existe algum risco ou se você pode se aproximar sem problemas. Caso haja algum perigo, controle-o, antes de prosseguir.
Tendo se aproximado da vítima, comece o exame primário, atentando-se primeiramente aos sinais vitais - respiração e circulação. Para isso, use o ABC da Vida.
O ABC da Vida consiste em Vias Aéreas (do Inglês, Airway), Respiração (Breathing) e Circulação (Circulation). Checados nesta ordem, você pode assumir que a vítima não apresenta uma situação imediata de ameaça à vida por comprometimento dos ABC`s.
A
Restabeleça as Vias Aéreas para permitir a respiração. Retire qualquer objeto que as estiver obstruindo, como dentes quebrados, saliva, sujeira e etc. Cuidado para não empurrá-los mais para dentro.
B
Olhe, escute e sinta, para tentar identificar sinais de respiração, como movimento do peito ou movimento de ar vindo da boca. Veja se existe algum som proveniente da respiração ou dos pulmões.
C
Cheque a pulsação. Coloque a ponta dos dedos sobre a artéria carótida, no pescoço e espere por pelo menos 20 segundos. Um pulso é difícil de se encontrar quando ele está fraco, quando está ventando muito ou quando a vítima está em choque.
Dos pés à cabeça
Se a vítima estiver emitindo sons ou falando, ela estará respirando e o pulso estará presente, não havendo portanto, necessidade de se tomar alguma atitude. Caso não haja pulso nem respiração, comece a Ressuscitação Cardio-Pulmonar (RCP), caso conheça os procedimentos Importante: para aprender as técnicas de RCP, procure um curso especializado, onde você receberá treinamento prático.
Se houver pulso, mas não respiração, inicie ventilação artificial (respiração boca-a-boca). Cuidado! Proteja-se com luvas de procedimento e mascara de proteção facial.
Procure por grandes hemorragias, que podem representar ameaça e controle-as. Porém, este não é o momento de cuidar dos ferimentos leves. Isto será feito durante o exame secundário.
Após passar pelo ABC, inicie o exame secundário. Examine a vítima dos pés à cabeça, apalpando delicadamente o seu corpo. Observe se há abaulamentos (arqueamento, curvatura) e/ou depressões nos ossos, bem como ferimentos e/ou sangramentos. Nunca movimente a vítima, pois isto pode agravar as lesões. A cada 1 ou 2 minutos, retorne ao ABC, para certificar-se de que não existem problemas.
Comece então a fazer os curativos e imobilizações necessárias, aguardando a chegada de socorro médico. Lembre-se de anotar tudo o que você viu e fez. Isso será de grande ajuda ao médico que irá atender a vitima no hospital.
Bibliografia:
Medicine for Mountaineering Activities & other Wilderness Activities, 4ª edição, editora The Mountainneer;
Emergency Care and Transportation of Sick and Injured, 6ª edição, Editora AAOS (American Academy of Orthopaedic Surgeons).
terça-feira, 18 de maio de 2010
O ABC de primeiros socorros
Em primeiros socorros são consideradas prioridades…
A VIAS AÉREAS
B RESPIRAÇÃO
C CIRCULAÇÃO (e sangramento)
Só a partir daí verifique queimaduras e ossos quebrados.
A Vias aéreas
O canal respiratório duma pessoa inconsciente pode ser estreitado ou bloqueado fazendo com que a respiração seja difícil ou impossível de ser feita. Isto acontece quando a língua da pessoa se curva para tráz e bloqueia a garganta. Deve-se, neste caso, suspender o queixo da pessoa, mantendo-se a cabeça para tráz e a língua deverá deixar de obstruir a passagem do ar. Coloque dois dedos debaixo do queixo da pessoa para levantá-lo e use a outra mão para empurrar a testa para tráz. Se você acha que o pescoço pode estar fraturado, empurre a cabeça da pessoa para tráz com muito cuidado, apenas o suficiente para desbloquear a passagem do ar.

B Respiração
Para avaliar a respiração aproxime a sua cabeça ao nariz e boca da pessoa. Você deverá sentir o ar em eu rosto. Você poderá também aproximar o dorso de sua mão à boca da pessoa e verificar se um pouco de humidade se forma sobre ela.
Se uma pessoa acabou de parar de respirar, use a técnica de respiração boca a boca. Certifique de que a passagem do ar está aberta e a cabeça levemente puxada para tráz. Tape o nariz da pessoa completamente usando dois dedos, respire fundo e assopre o ar para dentro da boca da pessoa. Certifique que o ar não escapa ao fazer isto, colocando seus lábios firmemente ao redor da boca. Você deverá ver o tórax se encher.
Remova seus lábios e deixe com que o tórax se esvazie do ar. Continue fazendo isto, umas dez vezes por minuto, até que chegue socorro ou até quando a pessoa voltar a respirar.

C Circulação
Para avaliar a circulação (para ver se o coração continua batendo ) coloque dois dedos sobre a maçã de adão (inchação em cima da traquéia-artéria ). Mova os dedos do lado da maçã de adão e sinta o pulso. Se o coração parou de bater, procure massagear o tórax para tentar fazer com que o coração volte a bater. Coloque uma das mãos aberta sobre o ponto onde as costelas encontram o esterno (um pouco acima do estômago). Coloque a segunda mão sobre a primeira e prenda os dedos das duas mãos juntas. Com seus braços esticados pressione firmemente sobre o esterno, forçando-o para baixo uns 4 ou 5 cm. Pare de pressionar e repita a compressão umas 80 vezes por minuto. Se a pessoa também não está respirando, alterne fazendo 15 compressões e duas respirações boca a boca até que chegue socorro. Interrompa um sangramento pressionando firmemente sobre o ferimento por uns 15 minutos. Nunca use um garrote.

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